Descartar o óleo de cozinha, corretamente, evita entupimentos e ajuda a natureza

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Descartar o óleo de cozinha, corretamente, evita entupimentos e ajuda a natureza

Conhecido de muitas pessoas, o alerta sobre o descarte correto do óleo de cozinha costuma provocar algumas opiniões controversas, por propor rompimento com certos hábitos alimentares que mantemos.

Alguns estudos foram realizados, com o intuito de estabelecerem leis sobre a coleta de óleo comestível, e alguns pesquisadores defendem a ideia de que é preciso mudar alguns hábitos, culturalmente estabelecidos, para ajudar nesse caso. Mudar hábitos alimentares pode ajudar a reduzir a poluição causada pelo descarte inadequado do óleo. Isso passa pela aquisição de uma “consciência ambiental à mesa”, sobre os cuidados que devem ser tomados na utilização do óleo, como os referentes ao seu aquecimento, a evitar frituras, etc…

A verdade é que o óleo de cozinha que vai para o ralo pode, como já alertado, tantas vezes, entupir a tubulação de esgoto nas residências e da rede pública, causando a conseqüente poluição de rios, lagos, oceanos e a morte de milhares de peixes. E isso não se aplica, apenas, às grandes quantidades de óleo, armazenadas em vidros e potes. Aquele pequeno resto que fica acumulado na panela e na frigideira, e que acaba sendo escoado junto com a água, no momento da lavagem, também pode prejudicar os canos e o meio ambiente. Mas é verdade, também, que esse mesmo óleo pode virar biodiesel, detergente, ração animal e, até, sabão, ajudando a gerar empregos e renda para diversas famílias, além de preservar os mananciais de água e garantir a vida do planeta.

Sendo assim, o que se percebe, aqui, é que tentar interferir nos hábitos alimentares pessoais das pessoas pode, ao invés de alertá-las sobre os problemas do descarte incorreto, provocar sentimento de revolta e/ou desdém, justamente, pela tentativa de “doutrinação”. Nessas horas, vale mais contar com o bom senso e mostrar os caminhos mais simples para evitar que o óleo de cozinha seja mau descartado.

Armazene-o em garrafas do tipo PET ou em potes de vidro e procure postos de coleta, espalhados pela sua cidade. Algumas ONGs e institutos ajudam nessa coleta e disponibilizam a lista dos postos oficiais, onde a coleta é realizada.

Muito mais simples e sem polêmicas desnecessárias.

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